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Dicas de Desenvolvimento Pessoal, Relacionamento Afetivo e Frases Motivacionais

Dor na Alma: Como Você Pode Curá-la?

Mulher sentada encostada na parede com a cabeça pra baixo

 

Neste texto você vai encontrar uma reflexão sobre a dor da professora e filósofa Lucia Helena Galvão e do Professor Hélio Couto. Espero que gostem e boa leitura.

Dor na Alma: Entenda Isto e Será Livre

Dor: Você Sempre o Associa Com Alguma Coisa Negativa?

Nós sempre esperamos dela uma associação com algo negativo. O Poeta Khalil Gibran acredita que a dor é  positiva, claro, se trocarmos a nossa lógica e sentido de vida.

Entretanto, o sentido de vida moderno e a felicidade está associada ao prazer e isso é errado. 

Pois, o sentido da vida está no crescimento, então, o que é bom não é o que é agradável pra você e sim o que te faz crescer. Se algo te fez crescer isto é positivo mesmo que ainda que não tenha sido agradável.

Essa associação que fazemos do bom com agradável é terrível, pois, a formação de caráter sempre se definiu a ensinar o homem a gostar do bem e rejeitar o mal.

Como nós não recebemos essa formação de caráter, nós gostamos de muitas coisas que são péssimas para nosso crescimento.

Então, o nosso bem não tem nada a ver com o que é agradável para nós. Quando vamos cumprimentar alguém sempre dizemos: “Muito prazer”, então, a dor sempre é o diabo e a felicidade é o prazer.

Ou seja, hoje a dificuldade é uma coisa que temos que nos poupar a qualquer preço, pois, a felicidade está ligada ao prazer.

Assim, dentro de uma sociedade onde a tônica não é crescer mas é ficar confortável muitas pessoas vão querer te ajudar a se libertar da dor e não crescer através dela.

Muitas terapias deveria ajudar a pessoa entender o que esta dor está querendo a ensinar.

Professora Lucia Helena Galvão

uma mulher com os olhos fechados e cabelo cumprido
dor

Dor: Transferência pra Algo Externo

Muitas vezes transferimos a dor para algo externo que pode causar um certo alívio, mas, também, tira qualquer possibilidade de reação.

Se eu acho um culpado para minha dor quem tem que mudar é ele e não eu. 

Mas quando me responsabilizo pelas coisas que acontecem comigo e tenho vontade de crescer a natureza se movimenta pra trazer as ferramentas que precisamos.

Aliás, o homem quando entra num problema ele só tem um funil pra sair: A vontade!

Juntando com a determinação e a garra, conseguirá com os 3 juntos te tirar de um problema e não há substitutivos pra isto.

Enfim, a dor é um veículo de consciência segundo a filosofia budista.

É importante dizer que se na dor todo mundo crescesse todas as pessoas seriam sábias, então, não é a dor em si e sim a maneira que nós lidamos com ela.

É a disposição de entrar nela e sair do outro lado maior, pois, é a alavanca que você pode usar ou não, também, para criar uma morbidez.

A dor tem um sentido e é um elemento pra dar um salto de consciência, pois, permanecer dentro dela não é um ato sadio, pois, ela convida a crescer, entretanto, não obriga ninguém a crescer.

Alguns ficam revoltados, cheios de ódio, piores do que eram antes transferindo responsabilidade para Deus e tudo.

Nós subimos de acordo com uma escada e se não houver obstáculos a nossa tendência é inercial, pois, é preciso permanecer neste patamar eternamente.

Dor: A vida é um Obstáculo

A vida é um obstáculo e começamos a brigar com esse obstáculo. As vezes a dor se torna insuportável e a gente olha pra cima: “Ah, tem uma solução lá em cima”, aí aprendemos com a experiência?

Não! Queremos continuar, eternamente, aqui, mas de novo vai vir um limite e sua dor. Agora, como falávamos ainda há pouco, há quem não saia e quem se destrua batendo contra a parede.

Então em nosso processo, em geral, a vida tem que colocar diante de nós um obstáculo e uma resistência.

Vocês vão perceber que se não houvesse a resistência entre a sola do sapato e o chão não sairíamos do lugar.

O que faz nos movimentar? O atrito! Precisamos do obstáculo para fortalecer nossa resistência, tanto física quanto psicológica.

E a dor entra com um elemento para quebrar esse patamar de experiência e te proporcionar outro patamar.

Dor segundo Platão

Platão ensina: Quando temos uma situação que achamos que não tem nada pra ensinar e que é injusta vamos começar a ter um processo de sofrimento. 

Quando o homem coloca na cabeça que aquilo é injusto não cresce nada.

A dor não é casual e cuidado: Quando vemos uma pessoa com a vida estável, sem obstáculos, isto não é digno de inveja, pois, ela é frágil e a vida não vai testá-la.

Se não há obstáculos, não inveja, por que, talvez, não haja resistência, pois, os problemas são do tamanho dos homens.

Já observaram uma planta que fica tentando crescer no meio do asfalto? Repararam na resistência que está ali? Percebem que a planta está aproveitando uma frestinha, procurando a luz?

Repararam que a mesma necessidade da planta é do ser humano? A da necessidade de buscar mais luz? De se ampliar humanamente? Expandir a fronteira da nossa consciência?

Assim é a nossa vida! É a vida sufocada! A alma prisioneira, como dizia Platão. Querendo ganhar espaço, quebrar os seus limites, pois, está apegado a alguma coisa, por exemplo: A preguiça.

Se eu perdê-la vai mais parecer um braço que eu perdi, em suma, sofro como se estivesse sido mutilado.

O que devemos aprender é que não somos os nossos defeitos e sim você está. É um verniz do qual você tem que se livrar, pois, você não é isso.

Homem de blusa azul sentado com a mão na cabeça preocupado
Dor

Dor: Não se defina Pelos Defeitos

Não se defina pelos seus defeitos, pois, eles não fazem parte da sua essência já que não existem essências defeituosas e sim apenas um elemento que se agregou e que você tem que se libertar dele.

Mas você define isso como parte de você, pois, vai ser muito difícil se libertar e aí vem a dor. 

Mas se conseguimos passar por tudo isto chegamos a outro patamar de consciência, pois, quando você olha pra trás e vê o que aquilo te permitiu crescer como ser humano, o que aquilo te permitiu servir melhor à humanidade, então, você não está vivendo em vão.

O momento em que sintetizamos esta experiência e integramos podemos olhar pra trás e dizer: “Não paguei caro! Foi um bom preço!”

Enfim, pelo o que me permitiu crescer e servir melhor como ser humano não foi caro e sim foi um bom preço! Isto significa: Eu integrei a dor!

Por que você sabe que a natureza é assim, observamos a natureza, que a semente morre de baixo da terra para que a planta nasça e depois a planta, que deu os seus frutos, seca, perde totalmente as suas folhas, e volta a nascer e percebemos os ciclos da natureza e consideramos isto natural consideramos isto sadio e bom.

Mas o problema é que nós não nos consideramos como parte integrante da natureza, também, com ciclos, com a necessidade de deixar folhas para trás, para que renasçam.

Dor é Renascimento

Renascimento significa que algo morreu para que alguma coisa ocupasse o seu espaço por que não tem como, são as leis da física.

Dois seres não ocupam o mesmo lugar no espaço, pois, se algo veio a luz, também, morreu para dar esse espaço e este processo é natural.

E sabemos aí é um outro elemento que dificulta muito o esquema. Sabemos que aquilo que é realmente nosso e não pode ser tirado de nós, pois, isso nos tiraria o medo.

Aquilo que sou nada e ninguém pode tirar, pelo contrário, se as coisas se vão, me deixará puro e fico mais perto de quem sou realmente.

O teu ideal está mais próximo de ser você do que as características da sua personalidade no dia de hoje.

Se você se identifica com seu rosto no espelho vai sofrer. 

Pois existem muita coisa pra deixar fluir na vida e é bom deixar que as folhas caiam, em suma, elas não fazem parte da nossa essência e da nossa identidade.

Quantos gostos foram determinados pelo meio? Qual a nossa identidade?

Então, perder o medo e saber que aquilo que você é não pode ser tirado, isto é fundamental pra chegar do outro lado da vida, aquilo que sou não pode deixar de ser.

Precisamos de ideal de vida que não seja fundamentada no prazer, mas no ser.

Precisaríamos de uma identidade mais profunda, muita coisa, elementos e parâmetros da vida teriam que ser reconstruídos.

Prof Lucia Helena Galvão

Dor na Alma: Entenda Isto e Será Livre
Dor

Dor: A Sua Cura de Tudo Depende de Uma Compreensão Maior

As vezes, a nossa dor fica por um tempo tão grande que se torna anormal para que ela seja curada.

E por que demora pra curar? Por que o ser humano se apegou ao vitimismo e não quer solte a dor.

Mesmo quando uma Luz externa chega até a pessoa ela, novamente, se fecha após receber o benefício da cura.

E tudo volta a ser como antes por um tempo muito longo sem necessidade.

A cura pode acontecer pela compreensão de que aquilo era para a pessoa dar um salto evolutivo e não para cair numa depressão sem fim.

Não era para se sentir vítima, pois, o entendimento de um plano imenso para a vida da pessoa em que cada evento faz parte da sua evolução é fundamental para a cura.

Solte a Dor

Soltar o passado, o trauma, olhar para a frente e continuar avançando sempre. Se a pessoa entender que se tivesse soltado antes tudo seria diferente já é um grande avanço.

O não soltar é que causa a dor, o sofrimento e tudo o mais que prejudica a pessoa. Tem que tirar o foco do problema e pôr na solução.

O tempo é finito e pode ser desperdiçado se a vitimização não acabar nunca. Enquanto não houver o desapego o problema continuará aparecendo.

Jacques Lacan disse algo assim: O que é expulso do Simbólico retorna no Real.”.

Se a pessoa entender que tudo que acontece na vida tem um conteúdo simbólico ela poderá avaliar tudo de forma diferente, pois, para o inconsciente tudo é simbólico.

É a linguagem que ele entende e como se comunica com o consciente, ou seja, todos os sonhos são simbólicos e precisam de interpretação.

Na Vida tudo é Simbólico

A mesma coisa acontece com a vida prática diária, pois, toda a vida é simbólica, também, precisa de interpretação.

Desta forma a pessoa entenderia que o fato traumático é simbólico de algo maior que ela precisa entender para evoluir.

O fato concreto é uma coisa e o simbólico é outra. Se a pessoa não aprende a lição ela volta até que seja aprendida. E isso não tem tempo para acontecer.

Pode levar muito tempo para a pessoa entender a lição. As dívidas são feitas vez após vez. O desemprego aparece vez após vez. Não prospera. A doença aparece vez após vez.

Quando está progredindo acontece algo e volta tudo como estava. E isso inúmeras vezes na vida da pessoa. Existe um padrão. Fala-se em auto sabotagem, mas é outro nome para não entender o “simbólico” da situação.

Enquanto não entender a mensagem o fato se repetirá indefinidamente. Como já foi dito antes: desejar sair do emprego não significa que deve sair.

Se soltar interiormente já terá aprendido a lição. Antes de fazer qualquer coisa prática é preciso avaliar o simbolismo do que está acontecendo. O que a pessoa ainda não aprendeu para que aquilo esteja acontecendo?

Hélio Couto

Dor na Alma

A dor na alma, muitas vezes invisível aos olhos, é uma experiência complexa que transcende o âmbito físico, manifestando-se nas profundezas emocionais e psicológicas.

Ela pode resultar de traumas passados, perdas significativas ou conflitos internos que desafiam a paz interior.

Concluir sobre a dor na alma envolve reconhecer sua realidade, desmistificando a ideia de que só as aflições físicas merecem atenção.

As saídas desse labirinto emocional variam, mas a autocompaixão e a busca de apoio são cruciais. Aceitar a própria vulnerabilidade é o primeiro passo para curar a dor na alma.

Terapias psicológicas, apoio de amigos e familiares, bem como práticas de autocuidado, podem oferecer alívio. A expressão criativa, seja através da arte ou da escrita, também pode servir como uma válvula de escape terapêutica.

É essencial entender que a jornada rumo à cura da dor na alma é única para cada indivíduo.

Buscar profissionais de saúde mental, cultivar conexões significativas e desenvolver a resiliência emocional são caminhos que, gradualmente, podem levar à restauração do equilíbrio interno e à construção de um caminho mais saudável em direção à cura.

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Walmei Junior

Sou Administrador de Empresa, Pós Graduado em recursos Humanos (MBA). Além de ser Coach, Palestrante, Practitinoer em Programação Neurolinguística, Hipnólogo e apaixonado pela mente humana e auto conhecimento.

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